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Ismael Crispin propõe ação itinerante para proteger mulheres vítimas de violência no campo

Indicação ao governo prevê unidades móveis e atendimento psicológico, jurídico e social em áreas rurais.

15/12/2025 14h38
Por: Redação
Fonte: ALE-RO
 Para o deputado, a iniciativa representa um avanço na garantia de direitos e na proteção das mulheres em regiões afastadas (Foto: Arquivo I Secom ALE/RO)
Para o deputado, a iniciativa representa um avanço na garantia de direitos e na proteção das mulheres em regiões afastadas (Foto: Arquivo I Secom ALE/RO)

O deputado estadual Ismael Crispin (PP) apresentou uma indicação ao governo de Rondônia propondo a criação de uma ação itinerante voltada ao atendimento de mulheres vítimas de violência em áreas rurais. A iniciativa busca ampliar a proteção, o acolhimento e o acesso a serviços essenciais para quem vive distante dos centros urbanos.

 

A proposta foi encaminhada à Casa Civil, à Secretaria de Estado de Assistência Social e da Família (Seas) e à Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), com a finalidade de fortalecer a rede de proteção e garantir atendimento psicológico, jurídico e social às vítimas.

 

Ao justificar a indicação, o parlamentar destacou as dificuldades enfrentadas por mulheres do campo para acessar serviços públicos especializados. “Muitas mulheres que vivem na zona rural enfrentam a violência em silêncio, pela distância e pela falta de acesso aos atendimentos especializados. Com essa proposta, queremos levar o estado até onde essas mulheres estão”, afirmou Ismael Crispin.

 

A ação itinerante prevê o uso de unidades móveis, campanhas de conscientização e a atuação integrada entre órgãos públicos e instituições parceiras, além do encaminhamento das mulheres para programas sociais, capacitação profissional e geração de renda.

 

Para o deputado, a iniciativa representa um avanço na garantia de direitos e na proteção das mulheres em regiões afastadas. “A violência contra a mulher não escolhe endereço. Proteger as mulheres do campo é também uma responsabilidade do Estado, que precisa estar presente onde o socorro demora mais a chegar”, completou.

 

Texto: Laila Moraes I Jornalista
Foto: Arquivo I Secom ALE/RO

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